terça-feira, 21 de agosto de 2012

Deep In My Heart - Cap 3/ Garota Deslumbrante

Na minha cabeça já estamos juntos, eu sou bem sozinho, mas com você eu sou melhor. Eu só estou tentando ver onde isso pode nos levar, porque tudo sobre você, garota é tão contagioso! - JDB


Anteriormente: Ah não, Justin!  Disse Chaz.
Nem pensar!  Disse Ryan.

Naquela mesma tarde, quando as aulas terminaram, Chaz, Ryan e eu saímos pela porta da cozinha e pegamos a mesma rua que levava ate a casa. A rua estava cheia de poças por causa da chuva. Chaz e Ryan estavam mais pálidos do que nunca. O silencio era ensurdecedor.

Acho que a melhor coisa é dar meia-volta e ir embora daqui. – Disse Chaz parando os passos.
Deixa de coisa Chaz, você parece uma galinha assustada. – Disse e peguei em seu braço fazendo com que caminhasse.
As pessoas não sabem apreciar o valor de uma galinha. Sem ela não teríamos ovos nem.......

De repente, escutamos um barulho nas grades do portão. Os olhos amarelos do gato nos observavam. O gato soltou um chiado de serpente e mostrou as garras. Chaz, Ryan e eu trocamos olhares. Corremos como loucos e em menos de quinze minutos estávamos no internato-facul. O relógio continuava no bolso do meu casaco e eu não sabia o que fazer para devolver.

(.....)

O relógio ficou comigo por mais uma semana.
Como hoje é sábado teríamos o dia livre! Acordei cedo e com uma vaga sensação de ter sonhado com a linda voz do gramofone. Do outro lado da janela, Atlanta se iluminava sobre a luz do sol. Pulei da cama e procurei o maldito relógio. Ficamos nos encarando por uns instantes. Tomei uma grande coragem e determinação e resolvi acabar de vez com essa historia, ia devolvê-lo. Tratei de me vestir logo e atravessei a porta de saída, ninguém notaria minha ausência ate o almoço. Não demorei a encontrar a rua. Parei um instante para observar aquele silencio, aquela paz que reinava. Começava  a sentir que o mundo tinha parado junto com o relógio, quando ouvi um barulho a minhas costas.
Virei e me deparei com uma visão que parecia roubada de um sonho!

P.O.V Maryna

Já fazia mais de semanas que o tal garoto que pegou o relógio do meu pai, não aparecia. Mas também a essas alturas ele nem deve devolver mais.
Hoje estava disposta, pois acordei cedo, tomei um banho relaxante e vesti um vestido branco simples. Eu quero ir comprar o pão para o café hoje então fui ate a garagem. Estava lá minha bicicleta abandonada, mas, que ainda prestava para dar uma volta, acho que vou andar. Fiquei analisando a bicicleta ate que.....

Está pensando em andar? – Disse meu pai entrando na garagem.
Não sei! Será que ainda serve? – perguntei.
Bom, ela ainda esta nova. Você ainda sabe andar? Ou já desaprendeu? – perguntou meu pai, sorrindo.
Claro que sei! Pai eu quero ir comprar o pão hoje naquela padaria onde você compra, ta? – Disse já tirando a bicicleta de onde ela estava presa.
Ta certo querida, pode ir. Você precisa sair mais por ai, só não demore muito! – disse meu pai, passando uma cera na lateral do seu carro.
Assenti sorrindo e subindo na bicicleta.
Tudo bem que eu já tenho 18 anos, mas e daí? Nem ligo.
Não deixei que Kafka me acompanhasse, quando eu voltar irei por seu leite fresquinho!
Então fui em direção a padaria, a luz do sol estava um tanto forte, mas o dia estava lindo!
Comprei os Paes e quando estava voltando pra casa vi um garoto, parado em frente a minha casa olhando para o nada, será que ele é o garoto do relógio?

 P.O.V Justin

Uma bicicleta vinha lentamente. Uma garota usando um vestido branco vinha pedalando em minha direção. Na luz do sol, eu podia adivinhar a silhueta de seu corpo através do algodão do seu vestido. Um grande cabelo cor de mel, voava junto com o vento. Fiquei ali, imóvel, contemplando-a enquanto se aproximava, como um imbecil com ataque de paralisia. A bicicleta parou a uns 2 metros de mim. Meu olhar subiu por aquele vestido simples e tão lindo e foi parar num par de olhos de um cinza tão profundo que alguém poderia cair lá dentro. Estavam cravados em mim com um olhar sarcástico. Sorri e ofereci minha melhor cara de idiota.

Você deve ser o garoto do relógio. – disse a garota num tom suave.

Calculei que devia ter a minha idade.

Você mora aqui? – perguntei, indicando o portão.

Ela mal piscou. Aqueles olhos me perfuravam com tanta fúria, ela era a garota mais deslumbrante que eu tinha visto na vida ou que esperava ver um dia.

E quem é você para perguntar? – perguntou ela, desconfiada.
Acho que sou o garoto do relógio, - improvisei – Meu nome é Justin. Justin Bieber. Vim devolver.

Sem lhe dar tempo para responder, tirei o relógio do bolso e estendi a mão. A garota sustentou seu olhar em mim antes de pegá-lo.

Ja estava quebrado quando peguei. - expliquei.
Etá quebrado á muito tempo. - disse sem olhar para mim.

Quando afinal levantou os olhos, foi para me examinar de cima a baixo. Algo em seus olhos me disse que não dava muito credito a mim. A cara de lunático que eu exibia não ajudava muito.

Foi você quem pegou, é você quem vai devolver ao legítimo dono. - Ela disse me devolvendo o relógio.
Mas... - fiquei sem palavras.
O relógio não é meu, é de Steve. - ela disse.
Steve? - perguntei.
Meu pai. - ela disse.
E você é...? - perguntei se referindo ao seu nome.
Filha dele. - disse com ironia.
Quero dizer, como é seu nome?
É Maryna, Maryna Blunt!

CONTINUAAA.....
O que vocês acharam? O Justin ficou meio bobo com a Maryna, não acham?
COMENTEM, please!
By: Viih Castro  #BiebsKisses

domingo, 12 de agosto de 2012

Deep In My Heart cap 2

Vamos fazer cada segundo valer a pena, Qualquer dia pode funcionar mesmo com pessoas dizendo que você não merece! - JDB

Antes: Justin, não vai jantar? – era a voz de um dos professores.
Já estou indo – respondi.
Troquei de camiseta apressadamente, pois a outra estava encharcada de suor. Só então percebi que ainda segurava o relógio na mão.

P.O.V Maryna
♫♫ The sun goes down, the stars come out ♫♫ - Glad You Came, meu celular cantarolava e vibrava debaixo do meu travesseiro. Abri os olhos e desliguei o cel logo em seguida. Espreguicei-me na cama não tem jeito: é hora de acordar! Levantei e fui direto pro banheiro, resolvi tomar um banho morno na banheira. Liguei a torneira e deixei encher e entrei logo em seguida......A três dias mais ou menos meu pai resolveu colocar o disco que minha mãe gravou ainda jovem para tocar em seu velho gramofone, realmente a voz de minha mãe era maravilhosa, fiquei só do meu quarto a escutar com Kafka. Enquanto estava a ouvir uma bela musica ela se transformou em um gemido infernal, pensei que meu pai tivesse feito algo de errado, na verdade não pensei em nada apenas corri para ver o que tinha acontecido, quando cheguei lá meu pai estava agachado a examinar o disco arranhado pela agulha do gramofone, mas isso não seria uma grande preocupação, pois meu pai tem outra copia, ele disse que seu relógio antigo tinha sumido. Alguém esteve em nossa casa, enquanto meu pai foi tomar um copo de água, ele escutou movimentos na sala e ele viu que era um garoto, só não conseguiu ver o rosto, uma hora ou outra ele teria que aparecer.
Terminei meu banho, vesti uma roupa simples, desci para a cozinha, come algo e fui passear com Kafka.

P.O.V Justin
Nos dias que se seguiram, o danado do relógio e eu viramos companheiros inseparáveis. Eu o levava comigo para todo o lado. Toda noite, esperava pacientemente que meus colegas dormissem para examinar meu tesouro particular. Estava fascinado por este relógio, era um produto da minha primeira aventura no mundo do “Crime Desorganizado”. Os ponteiros estavam parados e marcava exatamente 6h23min. Na parte de trás lia-se uma inscrição:

Para Steve, em que fala a luz.
19-1-1976

A idéia de que o relógio poderia valer uma fortuna cruzou minha mente e o remorso não demorou a chegar. Essas palavras gravadas faziam como me sentisse um ladrão de recordações.
E agora eu estou aqui me arrumando para ir almoçar no refeitório. O dia amanheceu manchado com uma nuvem negra de chuva, mas vai ser hoje que vou compartilhar meu segredo com Chaz e Ryan.
(.....)
Pronto, já almocei. Chamei Chaz e Ryan para irmos para o auditório, onde é mais silencioso.
Fomos nos sentar em uma das muitas cadeiras que tinha ali. O sussurro da chuva arranhava as vidraças.

Bem,  Disse Chaz  para que todo esse mistério?

Sem dizer nenhuma palavra, tirei o relógio do bolso e mostrei a eles. Chaz arqueou a sobrancelha e avaliou o objeto,enquanto Ryan estava com um olhar intrigado.

Quem é esse tal de Steve?  perguntou Ryan.
Não faço a mínima idéia.  falei.

Comecei a contar detalhadamente sobre a aventura que tive e eles escutaram atentamente o meu relato.

Resumindo,  Disse Chaz  você roubou o relógio.
Não é bem assim.  repliquei.
Teríamos que ver qual a opinião desse tal Steve.  Disse Ryan.
Isso foi um furto premeditado de objetos pessoais.  Disse Chaz.
Não houve premeditação,  protestei  Tudo aconteceu de repende, nem tive tempo de pensar. Quando percebi que estava com o relógio, já era tarde demais. No meu lugar vocês teriam feito a mesma coisa.
Em seu lugar teria sofrido uma parada cardíaca!  Disse Ryan e Chaz concordou com a cabeça.
Você foi louco o suficiente para invadir um casarão atrás de um gato diabólico.  Disse Chaz.

Ficamos em silencio por alguns instantes ouvindo a chuva que fazia lá fora.
Bem, o que esta feito, esta feito.  Disse Ryan  Você não esta pensando em voltar lá, esta?
Sozinho, não.  Disse e logo em seguida sorri.

Eles arregalaram os olhos e se entre olharam.

Ah não, Justin!  Disse Chaz.
Nem pensar!  Disse Ryan.

CONTINUA....
O que voces estao achando? Será que eles vao voltar lá?
COMENTEM; PLEASE!
By: Viih Castro BiebsKisses *-*

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Deep In My Heart Cap 1

" Baby pegue meu coração aberto e tudo que ele oferece, você não viu nada ainda". - JB

P.O.V Justin
Passo os meus dias sonhando acordado nas salas de aula desse imenso internato-faculdade, esperando pelo milagre que se produz todo dia ás 17:20. Nessa hora mágica, a campainha toca anunciando o fim das aulas e nós, os alunos, dispúnhamos de quase três horas livres antes do jantar no refeitório. A idéia é de que esse tempo deveria ser dedicado aos estudos. Não me lembro de ter destinado um único dia a esta nobre tarefa. Esse é meu momento favorito”.
Acordei de manha cedo, fiz minha higiene pessoal e fui pro refeitório tomar meu café da manha e encontrei lá meus parceiros Chaz e Ryan, como sempre.
(.....)
Pelo visto as aulas passaram mais rápido do que eu esperava!
Sai driblando o controle da portaria, partia para explorar a cidade. Costumo voltar a tempo para o jantar. Nesses longos passeios, experimento uma sensação de liberdade embriagante. Minha imaginação voava por cima dos edifícios e se erguia até o céu. Por algumas horas, as ruas de Atlanta, o internato-faculdade e o meu triste dormitório sumiam. Por algumas horas eu era o sujeito mais sortudo do universo.
E entre meus pensamentos, meu caminho me levou ate uma rua sem saída que terminava em uma casa com um portão de ferro na frente. Do outro lado do portão, estendia-se um velho jardim. Entre o jardim, via-se um casarão de dois andares. Sua fachada sombria se erguia por trás de uma fonte com esculturas. Percebi que começava a escurecer e o local me pareceu sinistro: rodeado por um silencio mortal, só a brisa se atrevia a sussurrar. Pensei que o melhor a fazer era voltar. Foi ai que percebi dois brilhantes olhos amarelos acesos no meio da escuridão, cravados em mim. Engoli em seco.
A pelagem cinzenta e aveludada de um gato estava imóvel diante das grades do portão da mansão. Pouco depois, deu meia-volta e deslizou por entre as barras de ferro. Fiquei ali olhando ele se perder na imensidão. Pela pequena coleirinha no pescoço, deduzi que tinha dono(a).
Cheguei mais perto e apoiei as mãos nas grades. O metal estava frio. Minha boca estava seca. Foi nesse instante que senti a porta ceder sob meu peso. Quando dei o primeiro passo, meus pés pareciam pregados no chão. Respirei fundo, considerando a possibilidade de desligar minha imaginação. Ouvi uma voz cantarolando, vinda de dentro da casa. Era a voz mais bonita que eu já tinha ouvido na vida. Fui me aproximando da porta entreaberta, entrei e logo vi um velho gramofone, no qual girava um disco. Sem pensar no que estava fazendo, me peguei invadindo a casa, fascinado pela bela voz. Em uma mesa vi um objeto brilhante. Era um relógio. Peguei-o e fui examiná-lo. Os ponteiros estavam parados e a tampa rachada. Parecia de ouro......
Quem está ai? – Uma voz de homem, que vinha se aproximando com rápidos passos perguntou.
Em pânico, sai correndo em direção a porta, mas no caminho tropecei no gramofone e derrubei-o no chão. Ouvi a agulha arranhando o disco e a voz maravilhosa se rompeu com um gemido terrível. Corri mais ainda, sem olhar para trás. Cheguei ao internato-facul e deslizei pela porta da cozinha que ninguém nunca vigiava, e me arrastei para meu quarto. Os outros já deviam estar jantando há tempos. Respirei fundo tentando me acalmar ate que alguém bateu na porta.
Justin, não vai jantar? – era a voz de um dos professores.
Já estou indo – respondi.
Troquei de camiseta apressadamente, pois a outra estava encharcada de suor. Só então percebi que ainda segurava o relógio na mão.

CONTINUA...
Desculpem pela demora, é que os dias foram corridos e não tive tempo, mais ai esta o primeiro capitulo, espero que tenham gostado.
A Maryna vai dar seu ponto de vista no próximo capitulo.
NO PROXIMO CAPITULO:
“Me sinto como um ladrão de recordações”.
“Em seu lugar teria sofrido uma parada cardíaca”.
“Você parece uma galinha assustada”
TUDO ISSO E MUITO MAIS, NO PROXIMO CAPITULO!
Como Justin vai fazer para devolver o relógio?
COMENTEM, é importante.
By: Viih Castro  BieberKisses:*